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terça-feira, 28 de abril de 2015

A ORDEM REAL DA ESCÓCIA: A Maçonaria de Cavalaria




- Tradução e adaptação por Tiago Robledo



Existe uma tradição entre os Maçons da Escócia qual lega que após a dissolução dos Templários, muitos destes cavaleiros designados para a Escócia colocaram-se sob a proteção de Robert Bruce. Após a decisiva batalha de Bannockburn, qual ocorreu no dia de São João Batista (celebração do solstício de verão no hemisfério norte) em 1314, Robert Bruce teria então instituído a Ordem Real de Heredom e dos Cavaleiros da Rosa Cruz estabelecendo sua sede principal em Kilwinning. Desta Ordem, mesmo que de modo improvável, o atual grau de Rosa Cruz de Heredom teria se originado.
Qualquer que tenha sido a origem e fundação da Ordem Real da Escócia, esta clama ser a mais antiga, se não for de fato, Ordem Maçônica de Cavalaria, o que provavelmente é verdadeiro. A Ordem dos Cavaleiros Templários Maçons foi instituída por Maçons, mas tem muito pouco de Maçônico (no que tange o ofício da construção) em seu Ritual.

domingo, 1 de março de 2015

MANUSCRITO DE UM APRENDIZ FRANCO-MAÇON 1780




- Traduzido e adaptado por Tiago Robledo

ARQUIVOS SECRETOS: Manuscrito MS 5921-10 depositado na Biblioteca Municipal de Lyon[1]


"Sábio e iluminado discurso para a recepção de um aprendiz franco-maçom, recebido da Itália e originário da Alemanha, 1780."

(Nota escrita a mão pelo Ir\ J.B. Willermoz[2], posta ao verso do discurso)

A Maçonaria é um segredo que existe desde que o mundo foi criado. Este segredo foi passando de geração em geração até os nossos dias, e assim o continuará sendo feito até o fim dos séculos. Este segredo é impenetrável não tão somente aos profanos, mas também para os Maçons débeis, indolentes e superficiais. Ser Maçom, antes de tudo, é procurar merecer sinceramente ser iniciado em nossos mistérios.

Para se ter uma ideia desta busca, é preciso ser guiado, a Natureza se encarrega de nos inspirar este sentimento. Todo homem nasce com o desejo de ser feliz, todo homem nasce com o desejo da virtude. Mas a Natureza por si só não é suficiente para aperfeiçoar ao homem, ela sabe disto bem, e ela mesma o motiva a consultar a Razão. Esta o recebe e lhe proporciona todos seus cuidados, a Razão não rejeita jamais a aqueles que a ela se entregam.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

O RITUAL DOS FRANCOS-MAÇONS OPERATIVOS: Um Testemunho das Práticas Tradicionais


Além das aptidões e das qualidades herdadas, é a tradição que faz de nós aquilo que somos.
- Albert Einstein

APRESENTAÇÃO


 Escudo de Armas dos Maçons  (Alemanha, 1515)

Em 1909 houve uma palestra para a Sociedade de Engenheiros de Leicester, com posterior publicação dum livreto intitulado Arte Tectônica , um estudo de quinze páginas dedicado à história das agremiações de construtores, à sua organização, a algumas das suas técnicas e às suas simbologias, seu autor foi um maçom chamado Clemente Stretton.

Stretton reafirmava que a Maçonaria Especulativa foi originada a partir da Maçonaria Operativa, entretanto os Maçons Aceitos Especulativos teriam sido recebidos apenas nos graus iniciais da Ordem, tendo apenas um conhecimento parcial ou incompleto. Stretton possuía uma posição ímpar da questão, além de Maçom Especulativo, era engenheiro de profissão e trabalhara na construção de diversas estruturas, dizia que ele próprio havia recebido de um remanescente destes Maçons Operativos as instruções da A Respeitável Sociedade de Pedreiros Livres, Pedreiros Brutos, Muradores, Telhadores, Calceteiros, Pavimentadores e Ladrilheiros.

Posteriormente Thomar Carr compilou e editou parte dessas instruções com permissão desta Sociedade e auxílio do próprio Sttrenton, e esta é a obra que segue traduzida. Para os trabalhos de tradução, foram utilizadas algumas edições em língua inglesa (a original) e outras em espanhola, cujas notas e parênteses relevantes foram mantidos e acrescidos junto a algumas considerações finais e explicativas sobre o texto.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

A MAÇONARIA DISSECADA: Quando a Maçonaria foi exposta!


A MAÇONARIA DISSECADA


Dissecando as palavras das quais gostamos sem nos preocuparmos em seguir a etimologia ou a significação admitida, descobrimos suas virtudes mais ocultas[...]
- Michel Leiris


APRESENTAÇÃO



Nos trabalhos de resgate duma linha de tempo para as Tradições Maçônicas algumas publicações espúrias (publicadas a revelia das Instituições Maçônicas oficiais de cada época) críticas a Maçonaria ou não, mas, de conteúdo (ao menos parcialmente) validado passaram a ter alto valor juntos aos documentos conhecidos como Old Charges (Antigos Deveres). Pode-se citar entre estas, obras como The Master-key to Masonry, The Three Distinct Knocks, Boaz and Jackin e a mais antiga e notória delas Masonry Dissected, ou "A Maçonaria Dissecada".

Esta obra escrita por Samuel Prichard (um pretenso iniciado Maçom) na década de 1730 apresenta algumas críticas um tendo quanto rasas a Maçonaria enquanto instituição e corrente de pensamento, mas o conteúdo de real valor na obra ao estudioso Maçom são os textos catequéticos pertinentes a Maçonaria Simbólica daquela época.

sábado, 2 de agosto de 2014

OS PRIMEIROS RITUAIS MAÇÔNICOS: Edinburgh Register House MS 1696



Ritual é o caminho de passagem da alma para o Infinito.
- Algernon Blackwood







O mais antigo ritual[1] (maçônico) conhecido [2] sob a forma de manuscrito é o Edinburgh Register House MS, que é normalmente datado em 1696. Dois outros rituais manuscritos datam de logo após o Edinburgh Register House, o Airlie MS (1705) e o Chetwode Crawley MS (1710). É significativo que esses rituais maçônicos transcritos começaram a aparecer na década de 1690. O fato de eles existirem é um reflexo claro das mudanças que ocorreram durante o aquele século. As primeiras cerimônias realizadas pelos maçons operativos em suas Lojas nunca foram destinados a serem escritas. Mesmo no século XVI, Schaw[3] requeria que elas fossem memorizados. Em todo caso, havia pouco interesse em transpor as cerimônias para o papel, dado que a maioria dos maçons (operativos) da época era analfabeta. Knoop, Jones e Hamer acreditam que "possivelmente representam um trabalho operacional que existia algumas décadas antes da data em que os documentos foram escritos.". Todos os três manuscritos contêm duas seções:

1.      Uma série de perguntas e respostas;
2.      E, uma descrição dos procedimentos necessários para dar e receber a "palavra maçônica".

quarta-feira, 2 de julho de 2014

DO MEIO-DIA A MEIA-NOITE: Zoroastro e o Ofício Maçônico


Deus está sempre à tua porta, na pessoa dos teus irmãos de todo o mundo.
- Zoroastro





A JORNADA DOS TRABALHOS

Na abertura e também no encerramento dos trabalhos maçônicos figuram curiosas perguntas acerca da jornada de trabalho dos Maçons. A resposta é que tais trabalhos se iniciam ao Meio-Dia e se findam a Meia-Noite. Mas que mistério encerra trabalhar do Meio-Dia à Meia-Noite? A Tradição Maçônica usualmente afere tal hábito a Zaratustra, fundador e iniciador da religião persa do Zoroastrismo.

ZOROASTRO

Por volta de 700 a.C. teria nascido numa vila nas estepes da Ásia Central, atual Irã, perto do Mar de Arai, um menino. Seus pais decidiram dar-lhe o nome de Zaratustra (ou Zoroastro, versão grega de seu nome, como é mais conhecido). Ao nascer, segundo a tradição, Zoroastro não teria chorado, pelo contrário, teria rido sonoramente.

domingo, 29 de dezembro de 2013

HIRAM: O Faraó



Acontecia, pois (que) a terra do Egito (estava) na aflição, (já que) não havia um Senhor (vida, prosperidade, saúde para ele!) como rei da(quela) época.
-A Contenda de Apepi e Seqenenre (Papiro Sallier I)

APRESENTAÇÃO


A busca pela alegórica Palavra Perdida move e envolve a todo Maçom ávido de esclarecimento. Esta palavra teria sido perdida com a morte do mestre simbólico da Maçonaria chamado de Hiram Abiff, personagem que figura nos livros de Reis e Crônicas do Velho Testamento e que teria chefiado a construção do Templo de Salomão em Jerusalém.
Um ponto de partida para a busca dessa palavra (ou para o que ela simboliza) seria a busca antes, por seu último detentor, mas, os vestígios históricos sobre os ancestrais israelitas são parcos, quase inexistentes, tanto que alguns pesquisadores passaram a interpretá-los como versões da história de outros povos próximos.
Seguindo essa vertente, o Egito dado sua proximidade geográfica e histórica dos israelitas seria um viável candidato para (tentar) corroborar até certo ponto as narrativas bíblicas, logo, haveria no Egito um possível candidato a Hiram Abiff[1] histórico?
Em 1996 os autores Christopher Knight e Robert Lomas lançaram uma obra intitulada de “A Chave de Hiram”, que viria a inovar as teorias acerca de uma possível origem histórica para a Lenda de Hiram Abiff. Valendo-se de algumas descobertas históricas mais recentes e algumas ideias um tanto heterodoxas, propunham que tal Lenda na verdade era uma versão da trajetória de um rei egípcio chamado Seqenenre Tao II.

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

AS ORIGENS MÁGICAS MAÇONARIA





- Trecho retraído da obra de Eliphas Levi[1] A História da Magia

A grande associação cabalística[2], conhecida na Europa sob o nome de Maçonaria, surge de repente no mundo, no momento em que o protesto contra a Igreja acaba de desmembrar a unidade cristã. Os historiadores desta ordem não sabem explicar-lhe a origem: uns lhe dão por mãe uma associação de pedreiros formada no tempo da construção da catedral de Estrasburgo; outros lhe dão Cromwell[3] por fundador, sem entrarem questionarem se os ritos da Maçonaria inglesa do tempo de Cromwell não foram organizados contra este chefe da anarquia puritana; há ignorantes que atribuem aos jesuítas, senão a fundação ao menos a continuação e a direção desta sociedade há muito tempo secular e sempre misteriosa. À parte esta última hipótese, que se refuta por si mesma, podem se conciliar todas as outras, dizendo que os irmãos maçons pediram aos construtores da catedral de Estrasburgo seu nome e os emblemas de sua arte. Eles ainda teriam se organizado pela primeira vez publicamente na Inglaterra, a favor das instituições radicais e a despeito do despotismo de Cromwell. Pode-se adicionar que eles tiveram os templários por modelos, os rosa-cruzes por pais e os joanitas[4] por antepassados. Seu dogma é o de Zoroastro e de Hermes, sua regra é a iniciação progressiva, seu princípio a igualdade regulada pela hierarquia e a fraternidade universal; são os mantenedores da escola de Alexandria, herdeiros de todas as iniciações antigas; são os depositários dos segredos do Apocalipse e do Zohar; o objeto de sua veneração é a verdade representada pela luz; eles toleram todas as crenças e não professam senão uma só e comum filosofia; eles não procuram senão a verdade, não ensinam senão a realidade e querem trazer progressivamente todas as inteligências à razão.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

MAÇONARIA NOAQUITA: Da Arca a Loja



OS MISTÉRIOS NOAQUITAS

Depois de nós o Dilúvio.
- Luís XV


 OS NOACHIDÆ

Avançando na investigação da origem histórica da Maçonaria se faz pertinente uma introdução a alguns questionamentos sobre o caráter de seu simbolismo. Nesse intuito, a fim de cumprir alguma expectativa de prestar justiça ao tema, torna-se evidente a necessidade de adotar como ponto de partida uma época tanto remota. Deve-se, no entanto, revisar a história antecedente e inicial da Ordem com tanta disponibilidade quanto um entendimento satisfatório do assunto possa requerer.
Adotando, sobretudo, o ocorrido na história Antediluviana do mundo, como algo importante tanto quanto concerne a essa questão, qualquer influência sobre o novo mundo que oriunda das ruínas do antigo pode ser localizada logo após os eventos do cataclismo. Os descendentes imediatos de Noé tinham posse de pelo menos duas verdades religiosas recebidas de seu pai comum e possivelmente derivadas da linhagem de patriarcas que o precederam. Essas verdades foram à doutrina da existência de uma Inteligência Suprema, Criadora, Preservadora e Governadora do Universo e como consequência necessária, a crença na imortalidade da alma. Alma, que, como uma emanação da causa primordial, deveria ser perenizada, por uma vida futura e infindável além do pó vil e perecível que constituiu seu tabernáculo terreno.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

OS QUATRO SANTOS COROADOS: Os Mártires Maçons



INTRODUÇÃO



Existem três coroas: a coroa da sabedoria, a coroa do sacerdócio e a coroa da realeza. Mas a coroa de uma boa reputação excede todas essas.

― Frases Judaicas
 
 Quattour Coronati (Quatro Coroados)

        Os Quatro Santos Coroados, na literatura hagiológica são os chamados "Santi Quatro Incoronato" quem tinham os nomes de Cláudio, Nicóstrato, Castório e Sinfrônio que foram torturados e depois martirizados em Panônia (hoje Hungria), pois se recusaram a esculpir uma estatua de uma divindade greco-romana para o Imperador Diocleciano (243-305). Um quinto mártir chamado Simplício também morreu com eles. Mas a Igreja celebra apenas 4 deles.
A versão mais comum da história conta que eles eram exímios trabalhadores em pedra e laboravam juntos. O Imperador Diocleciano já e os admirava e havia adquirido certo número de suas obras. Outros com inveja de seus talentos e da predileção dada por Diocleciano persuadiram o imperador a encomendar uma escultura de Esculápio sabendo que eles discretamente mantinham a fé cristã e iriam recusar o pedido.


Os escultores de fato recusaram a realizar tal obra. Eles foram então ordenados a fazerem sacrifícios ao Deus Sol, como forma de retratação, o que seria ainda menos aceitável para eles. Quando o oficial de Diocleciano de nome Lampadius, que estava tentando convencer os escultores a oferecer os sacrifícios, morreu subitamente, os seus parentes culparam os escultores pela sua morte os acusando da prática de magia. Para aplacar seus parentes influentes, Diocleciano ordenou que eles depois de torturados e “coroados” com pregos martelados em suas cabeças, fossem amarrados vivos dentro de caixões de chumbo e jogados no rio.
Mais tarde seus corpos foram recuperados e enterrados a três quilômetros de Roma, posteriormente o Papa Gregório Magno mencionou pela primeira vez na Igreja os "Quatro Mártires Coroados". Estes mártires foram (e ainda são até certo ponto) reverenciados na Maçonaria Especulativa Inglesa visto que os Maçons Operativos da Idade Média tinham os quatro mártires em alta. Existe ainda uma capela dos "Quatro Mártires Coroados" em Canterbury, Inglaterra, erigida em 619.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

ROMA E OS COLÉGIOS DE OFÍCIOS



No Monte Palatino, se estabeleceu em meados do século VIII antes da era atual, um povo que daria origem a Roma, a Cidade Eterna berço do império Romano. 
Diversos autores reuniram dados e deram forma literária às lendas sobre a fundação da cidade, que se fixou convencionalmente no ano 753 a. C. Entre essas lendas a que o fundador da cidade, Rômulo, descendente do herói troiano Enéas, foi amamentado em sua infância, junto com seu irmão Remo, por uma loba que se transformou no símbolo da cidade. 
A lenda menciona que Numa Pompílio, suposto segundo rei de Roma, organizou o exército e criou os célebres Colégios de Construtores alistados nas Legiões Romanas que estiveram acantonadas no Oriente Médio no século VII a.C. 
O Mitraísmo foi uma das mais ricas associações iniciáticas da antiguidade, tanto por sua organização simbólica como pela qualidade de suas fraternidades que asseguravam uma grande coerência com a instituição. Os templos de Mitra estavam decorados para simbolizar o cosmos; em sua abóbada estava pintado o firmamento estrelado. Os templos Maçônicos atuais são quase idênticos àqueles templos da época Mitráica. 
Desde a iniciação, na qual o postulante sofria as provas dos quatro elementos, o ritual que nos transmite a história é muito próximo do atual ritual Maçônico que usamos hoje. A dita cerimônia se realizava em uma sala subterrânea, sendo seguida de um ritual simbólico de morte e ressurreição. 

terça-feira, 5 de novembro de 2013

SIMBOLISMO DA PEDRA: Correspondências Maçônico-Alquímicas



Carlos Dugos

RESUMO

Na tradição ocidental, o simbolismo da pedra constitui um tema maior, sobretudo nas vias múltiplas da Arte Real. Às várias pedras maçônicas, indicadoras de outros tantos graus iniciáticos, correspondem, mais ou menos diretamente, os diversos estados da pedra alquímica, ao longo da Obra. Do ponto de vista religioso, o cristianismo apresenta valores semelhantes, fazendo da pedra um elemento simbólico central da doutrina salvífica.
Ao contrário do que frequentemente se crê, tais coincidências não têm origem em processos de adoção, em que símbolos preexistentes são enxertados arbitrariamente numa corrente particular; elas correspondem à coerência de um único repertório simbólico específico, próprio para servir de suporte a uma determinada doutrina e à ação em consequência.

HUZZÉ: O Significado Maçônico

            Aclamação


A Maçonaria no séc. XVIII restabeleceu dentro de suas LLoj\ a tradição dos ensinamentos esotéricos ministrados nos santuários egípcios e continua transmitindo-os aos seus iniciados. Entre egípcios, hebreus, árabes e outros povos é primevo o uso de vocálicos que têm a finalidade ritual de formar vibrações (pelas vozes de muitos) que propiciam prerrogativas necessárias a cada reunião. Na ritualística maçônica um dos usos desses encontros vocálicos é denominado pelos IIr\ de “Aclamação”, palavra que segundo o dicionário Michaelis significa:

aclamação
a.cla.ma.ção
sf (lat acclamatione) 1 Ato ou efeito de aclamar, festejando alguém ou alguma coisa. 2 Declaração conjunta e verbal de uma assembléia, aprovando algum ato, ou elegendo alguém, sem que seja necessário escrutínio. 3 Ato de reconhecer solenemente um soberano. 4 Ret O mesmo que epifonema.

Cada Rito Maçônico possui uma Aclamação própria. No Rito Moderno (ou Francês) é “Liberdade! Igualdade! Fraternidade!” No Rito Adonhiramita é “Vivat! Vivat! Vivat!” No Rito Brasileiro é “Glória! Glória! Glória!” Nos Ritos York e Schroeder não existem a Aclamação. Já o R\E\A\A\ é aclamado com “Huzzé! Huzzé! Huzzé!”.

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